Somos sim o sexo frágil

Por sermos mulheres inteligentes, talentosas, autênticas e apaixonadas por desafios, as pessoas acham que somos fortes e que os baques da vida não nos abalam. Pensam que as perdas são facilmente superadas e que por sabermos dominar o salto alto, sabemos dominar também a vida.
Ledo engano. Sinto-lhes dizer, mas aqui dentro bate um coração frágil que às vezes precisa de um bilhete deixado “por acaso” na agenda. Um coração que pensa, mas que sente acima de tudo. Que nem sempre sorri.
E, principalmente, que muitas vezes só deseja atender ao telefone e ouvir:
“Abre a porta? Eu vim te ver!”.

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